Mamadeiras e bicos de mamadeira só receberão o selo do Instituto de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) se não apresentarem Bisfenol A em sua composição. A medida publicada na Portaria 490/2014, em novembro, concedeu prazo de 12 meses aos fabricantes e importadores para se adequar a nova regulamentação. Já para o comércio, o prazo é um pouco maior, uma vez que as mamadeiras serão retiradas do mercado de acordo com a sua data de validade.

O Bisfenol A é uma substância química que foi proibida pala Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), uma vez que estudos indicam que ela pode ser cancerígena, causar problemas hormonais e cardíacos.

Mamadeiras 

De acordo com a diretora da Qualidade de Bens e Produtos do Instituto de Metrologia e Qualidade do Estado de Minas Gerais (Ipem-MG), Adriane Lacerda Barbato, como a mamadeira é um produto de certificação compulsória deve, obrigatoriamente, apresentar o selo do Inmetro. “As mamadeiras e os bicos serão ensaiados em laboratório e só após ser comprovado que eles não apresentam Bisfenol A receberão o selo do Inmetro”, explicou.

Cabe destacar que no mercado já é possível encontrar mamadeiras à venda com a informação livre de Bisfenol A ou BPA. Entretanto, até antes da publicação da regulamentação nenhum teste media se essas mamadeiras realmente não possuíam esta substância.

 

 

 

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