O Instituto de Metrologia e Qualidade do Estado de Minas Gerais (Ipem-MG) intensifica, neste mês de setembro, a fiscalização de cronotacógrafos nas rodovias estaduais e federais da região da Zona da Mata.

O objetivo da operação, que está sendo realizada em conjunto com as Polícias Rodoviárias Federal (PRF) e Estadual (PRE), é coibir adulterações nesses aparelhos, que são responsáveis por registrar informações como velocidade e distância percorrida por veículos de carga, com peso bruto acima de 4.536 kg e de passageiros com mais de 10 lugares, e os escolares. 

O gerente de Cronotacógrafo, Volumetria e Arqueação do Ipem-MG, Marley Leite, explica que durante a operação os fiscais analisam se o instrumento está de acordo com a legislação vigente e se há irregularidades como ausência de lacre e certificado de verificação emitido pelo Ipem, que é válido por dois anos. “Caso o cronotacógrafo esteja irregular é emitido um auto de infração e a polícia rodoviária pode realizar a apreensão do documento do veículo para regularização”, esclarece.

Conhecido popularmente como tacógrafo, esse instrumento é considerado a “caixa preta” dos automóveis, uma vez que também registra dados importantes, como tempo de movimento e paradas, monitorando, assim, o deslocamento do condutor. Sua importância cresceu ao longo dos anos em decorrência do número de acidentes fatais envolvendo ônibus e caminhões por causa dos excessos de velocidade.

A verificação dos cronotacófragos deve ser realizada a cada dois anos. Foto: Divulgação

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